Na verdade, a imaginação não passa de um modo da memória, emancipado da ordem do tempo e do espaço

- Samuel Coleridge

O conceito para esta experiência surgiu-nos pela necessidade premente de dinamizar culturalmente a região e o seu riquíssimo património cultural e artístico. Estando o Centro Ciência Viva de Estremoz localizado no antigo Convento das Maltezas, pareceu-nos que a realização de um jantar monástico nestas instalações seria uma experiência única que integrando o conceito científico com uma refeição conventual típica dos séc. XVI/XVII numa noite de outono alentejana, poderia reunir todas as condições para se tornar um evento inolvidável. O conceito foi apresentado à direcção do Centro Ciência Viva de Estremoz que recebeu a ideia entusiasticamente.

A partir daí foram-se desenvolvendo contactos entre inúmeras instituições, públicas e privadas com intuito de envolver as mais diversas forças vivas locais e regionais. Entre a recriação histórica da refeição conventual, em que os famosos doces conventuais teriam um lugar de destaque, e a integração científica das mais ilustres mentes da Europa de seiscentos, o Centro Ciência Viva de Estremoz e Ad Ruina - Nuno Mourinha e Vasco Abegoaria - têm o prazer de realizar esta experiência única que se pretende vir a tornar um evento de presença obrigatória da cidade de Estremoz e de toda a região.

Ad Ruina - Nuno Mourinha e Vasco Abegoaria
(este texto não foi escrito segundo o acordo ortográfico)